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sábado, 19 de abril de 2008

Leque de Opções

Como um abanico produzido do Século XVIII pode corporizar o ideal de um blogue: este, em pergaminho, com armação de marfim, da Colecção Duvelleroy, traz imagens de sonho, das gravuras mitológicas à pintura da Mulher, recupera velhos livros que dá a conhecer, transmite historietas exemplares do Passado e, como o termo de comparação on line, pretende-se refrescante...

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domingo, 13 de abril de 2008

Águas Fortes

O Espírito das Águas de Ernst JosephsonNunca alcançarei o fundamento de certos acessos de escrúpulo. A recusa de uma instituição de auxílio a crianças Cambodjanas de aproveitar a receita da venda da fotografia do nu da Bruni causa-me perplexidade profunda. Tudo o que é actriz e modelo se despe para beneficiar a protecção aos animais e outras boas causas e ninguém abre a boca em protesto. Porquê, então esta reacção desproporcionada?
Só pode ser, penso, por não se querer aproveitar a exposição da pele dela por Carla andar a branquear uma forma de Estado iníqua, como é a República de que acedeu ser Primeira Dama. Este temor sofre, porém de dois contras que grandemente o prejudicam:
1- Quando a foto foi tirada, a retratada não era consorte presidencial, era modelo, de quem se espera (merecendo-o), justamente, esta despojada postura.
2- República, Res Publica, Coisa Pública, deveria, em intrujice não sendo, obrigar a que até a representação do corpo das participantes no Poder, desde que não imortalizado contra a vontade delas, fosse património de todos. É evidente que na maior parte dos casos conhecidos se impõe, por razões de sanidade e fuga a masoquismos pouco compensadores, prescindir do exercício desse direito. Mas, desde que as medidas sejam propícias, não vejo volta a dar-lhe. Claro que o efeito preverso seria infundir no espírito dos mais distraídos a absurda crença de que o sistema republicano tinha ao menos uma justificação...
Temos assim de concluir que afinal tudo se compagina. Até a canalização da verba da venda da chapa para a dessalinização de águas nos países mais necessitados do líquido essencial à vida. É que há obras caridosas mais iguais do que outras. E como demonstra a conexa imagem publicada, nem toda a nudez será castigada.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Saltos Em Altura

Finalmente, com a Meg, a Fugidia e a Rosarinho parece haver quorum para debater o tema do título, e outras formas de desporto. O Sol nasce, finalmente

sexta-feira, 4 de abril de 2008

A Importância de Se Chamar António(u)

Evelina Papantoniou. Mal haja quem mal cuide.

domingo, 16 de março de 2008

Potência E Impotência da Estética

D´Annunzio por Gaetano Martinez

Em 16 de Março de 1924 Mussolini ordenou a ocupação militar de Fiúme, no que fícou como vitória final da Política sobre a Estética. Até aí o jogo estava indeciso. É costume alguma vista curta crítica tentar fazer de Hitler & C.ª o predomínio do Estético sobre o Poder, coisa que veementemente contesto. Os dirigentes do Nacional-Socialismo não possuíam credenciais para encarnar essa aspiração e a própria concepção racial era uma abdicação de aferição do Belo, na medida em que passava um cheque em branco a todo o bicho careta e atitude que fosse "ariano", prescindindo da coincidência do Ideal no concreto, o que a Estética não consente. Tais dislates analíticos permanecem hipnotizados pelos desfiles neo-pagãos à luz dos archotes.
No caso do irredentismo italiano de Fiúme o caso era diverso: D´Annunzio tinha background estilístico e posições assumidas na (e com) Arte para poder sonhar a submissão, sempre perigosa, acrescento, de uma acção militar a um credo de esteta. Pegando num exército privado de seguidores foi o que fez e impôs um cânone, mais tarde, importado pelo Fascismo, que o idolatrou mas a que recusou sancionamento total. Foi uma ocupação e regência sem mais sofisticação institucional do que a vontade do Comandante, sujeita aos seus versos empolgantes da «Canzione del Carnaro», evocativa de um raid naval sabotador da Grande Guerra conduzido por Constanzio Ciano. Dessa experiência internacional de uma ocupação por uma guarda particular, ficaria o conflito com o próprio governo italiano que forçaria à rendição.
Do feito épico restariam o termo Duce, lá reinventado e os olalás dos versos desse informal mas omnipresente hino. O maior fracasso da vivência única nem foi a derrota das armas, que, por atraente no sacrifício, poderia enquadrar-se bem nos seus pressupostos motivadores. Foi-o, isso sim, a necessidade de recorrer à Nacionalidade como legitimação, conceito essencialmente político, em vez de se assumir como o que, de facto, tinha sido - a vontade de o indivíduo fazer triunfar o seu inconformismo perante a recusa do prémio devido ao sacrfício dos seus, no final desse conflito em que os vencedores tinham obsessivamente tratado a Itália como menoríssimo parceiro.
Quando os Fascistas emendaram a mão era já um mundo estranho que prevalecia, o das burocracias militares, partidárias e diplomáticas que o entusiasmo daquele punhado de revivalistas do Romantismo tinha alimentado a ilusão de vencer.

segunda-feira, 10 de março de 2008

A Resistência ao Véu

Sharon Stone faz hoje anos. Como o Momento se quer de unidade, publica-se fotografia que não choque sentimentos islâmicos. Safa! Nem semi-embuçada o Raio da Mulher consegue ficar menos atraente!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Muito Cabelo, Pouco Juízo

Tendo surgido nas caixas de comentários mais abaixo a ressurreição da teoria de que os homens prezam Nelas um matagal de pelo exponencial, tenho de reconhecer que me parece ter sido sempre essa uma suposição do Belo Sexo, desprovida de correspondência fáctica. O exagero é de todas as idades - no Século XVIII chegou a extremos que já denunciei, publicando uma gravura que evidenciava o disparate, ainda que, num dos casos, desculpando-se ostensivamente com o formato de coração, o qual é equivalência gráfica absoluta à tese que aqui vi defendida. Mas ainda recentemente se atribuiu o prémio de penteado que segue...
Sou contra, acho que uma relação verdadeira não se compadece com ménage à não sei quantos... piolhos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O Labirinto

Mulher Penteando-se de Degas

Pois, Fugidia Idealista, veja as inconveniências desta via: Tanto trabalho tinha dado, para atrair o gesto, mas acabava por fazer voltar ao ponto de partida, para compor o resultado...
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Paridade Sebástica

Ainda não foi ontem o Domingo em que do nevoeiro nos chegasse a aplicação das quotas à Figura Desejada. Não tenho dúvida da vocação de Tiffany Mulheron para imperar em conjunção com os Lusos, pois só no nosso idioma a proximidade fonética significativa dá pleno alcance ao seu último nome...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Peito ou Perna?

Não, não tenciono servir-Vos frango. Quero apenas, contra a Era do Silicone que dá como inevitáveis prescrições gelatinosas implicando cortes, propor o tratamento conservador que evite que Vos passem a perna: para Gente que considere o esforço, a disciplina do exercício continuado; para os entusiastas dos resultados rápidos, as pílulas que têm o condão de desmentir Kipling - Ocidente e Oriente podem bem encontrar-se, nem que seja num ideal peitudo!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Voto Para Hoje

Que a mudança de domicílio do Corta-Fitas não faça o carteiro deixar de entregar o glamour das Sextas...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Hollywood em Lisboa?

Talento dramático à parte, para cuja avaliação lhe não foram dados papéis, a beleza da Milú dos antigos filmes portugueses era lá capaz de envergonhar alguém?

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domingo, 17 de fevereiro de 2008

Patinho Feio dos Tapados

Para as Beldades emergentes não desistirem ao primeiro revés, aqui se deixa notícia de que a mesmíssima Sophia Loren que neste brinde exibe e deseja saúde foi alcunhada de Palito, Girafa e Vassoura nos começos da carreira...

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Nada Na Manga

Como a Júlia ML, até ontem, não tinha ideia de quem fosse Adriana Lima, deixa-se aqui prova de que esta nenhum trunfo guarda na manga no momento das suas práticas solitárias. Calma, não é o que estão a pensar, falo das paciências! Apre, que sempre é preciso ter muita para quem treslê a seu bel-prazer!
Não podia deixar de jogar as minhas cartas, para que a Minha Amiga visse mais do que um ângulo da Questão...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Da Intervenção Pessoal

Leitura do escrito capital de Almada «Ver e a Personalidade de Homero», contido neste volume da Arcádia. Trata-se de texto mitógrafo de nível superior, que procura especulativamente - no sentido radical de reeflexo da imagem - transmitir a visão do Equilíbrio Grego como concepção fundamental da excelência do Homem, apreendido a partir da via média que disciplinasse a percepção humana da ocupação das dimensões espaciais, expressa nos princípios do Universal e do Individual, bem como da intuição da superação da temporalidade sem cair no atrevimento de pretender a Eternidade dos Deuses.
É na Totalidade que englobe as visões simétrica e transcendental que se digladiam e, triunfando uma ou ou outra, fazem decair, que pode residir a criatividade, numa balanceada ansiedade de contenção do Excesso e da Norma, cujos momentos Helénicos culminantes se encontrariam, por um lado, na vitória de Atena sobre Poseidon ao ver a sua concepção da melhor coisa, a Paz, emblematizada na Oliveira, superar a fugacidade da rendição incondicional ao predomínio da Estética, encontrado no Pégaso gerado pelo Deus dos Oceanos; e pelo outro na restauração por Aristóteles da magnitude cultural da Poesia, a herança Homérica genealogicamente continuada por Ésquilo, que fora posta em xeque por Platão.
Não se afunda esta simbólica no Esoterismo, embora manipule um discurso que refere o Hermético, pois o concreto das formas vistas desempenha sempre uma função imediata incompatível com as remissões socorridas de chaves do Oculto. Na plasticidade se oferece a prioridade que o número pode fazer equivaler, embora não substituir, fazendo da cegueira de um Homero considerado para além da biografia um achado expressivo das forças mutuamente contidas da Imaginação e da Memória, que não permita a emergência arrasadora de uma ou de outra, na herança insinuada pelas formas, antes da consagração escrita, a que leva o conceito essencial de Antegrafia.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Uma Verdade Cabeluda

Estão justificados os aumentos record registados pelo barril de petróleo no ano findo: a busca do sortilégio da Beleza faz elevar a níveis inusitados a procura...

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Apagar os Indícios

Claro que caminhamos para a idade, Truística T. Mas não é tão grave que obrigue a ingerir produtos duvidosos, já dissecados pela Júlia. Se está tão preocupada com a marcha inexorável do tempo, basta disfarçar os traços denunciantes, com este produto à altura do Seu Brilhantismo.
O segredo está em AGITÁ-LA...

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Com Unhas e Dentes

Deixe-Se disso, Querida Amiga, nunca conseguirá ter as unhas como a Recordista do Mundo, porque, de cada vez que olhar esta imagem, vai aplicar-se em roê-las...

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Books & Boots

Por que misterioso motivo, no duelo entre as fabulosas Adriana Lima e Ana Beatriz Barros a segunda tomou uma certa vantagem?
Por ter dado corpo à Bibliotecária Ideal, eis a meta volante que confere bonificações...

sábado, 17 de novembro de 2007

Ícones Para As Damas


Em matéria de sex-symbols Reais, para satisfazer as preferências da Júlia e da T, esperando que de ícones não passem a íncubos, cá deixo, para a Primeira, um retrato do Rei cognominado O Formoso, até para substituir o poster do Adamo...


...e à Segunda, que gosta de homens barbados, lego o justiçado pelo Mestre, para que nos diga se tem perfil merecedor da respectiva admiração.