terça-feira, 8 de julho de 2008

Quem Bebeu Beberá

Depois de confessar ter na vida conseguido o êxito empresarial à custa de compra de autoridades, será prudente para a verdade desportiva deixar que o Sr. Abramovich seja proprietário de um clube de futebol? Não será confiar demais na firmeza do sistema desportivo deixá-lo à mercê de comprador sem escrúpulo e impenitente?

Tirar Partido

Serão Diplomático de Auguste Louvrier de LajolaisEis uma medida com os termos invertidos, considerando o que devia ser: Quer vedar aos Diplomatas a actividade político-partidária, quando se impunha que vedasse aos partidos a determinação da actividade diplomática. Concebe-se, até um certo ponto, que não se queiram confundidos representantes do Estado na cena internacional e fiteiros em tristes cenas nacionais. Mas não se vê que deva suscitar a mesma medida de interdições que é imposta aos Militares no activo, pois não há a temer quebras de imparcialidade similares em quem não dispõe da força das armas que pode obrigar a conformações unilaterais. Mesmo no caso do meio castrense, no caso dos retirados já será abuso reduzi-los ao silêncio.
Neste âmbito específico parece é querer aliviar os políticos generalistas do peso de críticas qualificadas. É a transposição da facilidade dos exames para os alunos que menos aprendem, a classe (ou falta dela) do Poder.
Porém, se isto fosse aplicado retroactivamente à Dr.ª Ana Gomes, desdizia-me de imediato, com a maior desfaçatez.

Gama de Missões

Como a 8 de Julho partiu o Grande Almirante para a descoberta da Rota das Índias, fui reler esta conferenciazinha muito bem escrita, que assenta no propósito anti-gaiola de cinco arames de conferir a esta Glória Pátria não apenas a representatividade da aptidão nacional, mas mais, o cumprimento de um mandato civilizacional tácito assente em dois pontos básicos:
- a aproximação das Religiões de Caridade do Budismo e Hinduísmo por um lado e do Cristianismo, pelo outro, contra a ameaça de um credo expansivo e belicoso.
- A contenção da propagação islâmica que encontrava quintas colunas em governos da própria Cristandade, como hoje, acrescento, procura que lhe abram a portas partidos no interior da Europa. O que presentemente são os coniventes com os influxos do Islão Radical e os que pregam a defesa contra ele foram, nos anos que precederam a nossa aventura oriental, Francisco I e Carlos V, respectivamente.
É a rememoração dos feitos algo de crucial quando não abdica de equacioná-los, de forma a identificar os paralelos, quer em sede de problemas, quer de soluções. O que é bem diferente do mero comemorativismo de pastel de bacalhau e copázio de tintol, apenas capaz para nos acharmos óptimos pela obra que, individulmente, outros realizaram.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Está Explicado!

Fui visitar a Cristina, mas não estava em casa, tinha ido experimentar o bólide duma Amiga...

Inquérito de Opinião

Era a Ana Vidal?
Sim?
Não?
Talvez?

Fralda de Fora

Tirado Daquisobre isto, não tenho nada contra, desde que ambos gostem, só recomendando a vantagem de se ir dando a conhecer totalmente em fases embrionárias do processo, para não criar surpresas desagradáveis.
Mas alguém tem a caridade de me explicar como pode o uso de fraldas dar prazer sexual? A minha inocência não consegue perceber.

Amores Forçados

O Rapto das Sabinas de Luca GiordanoEste inquérito pode ter sido feito com muita competência científica no tratamento de dados, mas, pelos factos de natureza muito diferente que inclui é uma salsada enganadora. Com efeito, colocar na mesma investigação ofensas corporais graves e simples elementos do jogo do namoro é ser tão mais papista que os papas - que são o duo de cada relação -, que me faz pensar se quem o realizou ainda se lembra dos amores juvenis.
Outra coisa, e a que merece comentário, é a aproximação de casamento e namoro. Numa dupla focagem:
- acreditar que não pode haver violação entre namorados corresponde não só a uma imperativa mudança da concepção do relacionamento, que implica... hã... prestações que, dantes, em muitos casos, eram deixadas para mais tarde, como resulta da indiferenciação progressiva entre o matrimónio e a informalidade. No sentido em que o debitum conjugalis, que inviabiliza que aquele que possui o outro contra vontade seja um violador, se estende agora a relações sem papel passado.
- o que generaliza algum dramatismo próprio dos divórcios a associações que nele não se incluem. Cada vez menos a noção de que os namoros se fazem e desfazem está mais fora de moda, nos casos em que já se foi bastante fundo. Com toda a consequente disposição ao sacrifício que outrora era muito mais vulgar no himeneu.

Alea dos Namorados

Dados em Movimento de Steve HamblinJá comentei o célebre exame de Matemática quanto à admitida facilidade. Falta porém dizer algo sobre estas declarações do responsável pela concepção. Não lembra ao danado dizer que uma rasteira em exame é avaliação aleatória. Mas lembrou a este senhor. Não se percebe como uma solução matemática de problemas deste nível possa depender de acontecimentos incertos, ou futuros, que são os sentidos que para a palavra o dicionário dá. As chamadas rasteiras são meras dificuldades menos evidentes, cuja identificção e ultrapassagem serve bastante bem para aquilatar da capacidade de um aluno. O declarante explica então que o examinando pode estar num dia mau. Ah, pois pode. Muitas vezes até por ter tido os anteriores como excelentes. Mas a vida é assim, nem todas as auroras são ridentes. E ainda não se conseguiu com essa desculpa evitar que a Existência em geral deixe de nos passar... rasteiras. Esta justificação rasteira para uma abdicação do dever de exigência é que deve ser imputada a um dia mau do supremo arquitecto da prova, que mais não fez do que, com o presente de uma prova de chacha, namorar os que a realizaram.
Salazar, quando um dia lhe sugeriram um nome para ocupar determinado cargo, objectou com umas quantas experiências infelizes anteriores do proposto. Retorquiram-lhe que tinham sido uns percalços, mas que se tratava de pessoa de grandes qualidades. Não o convenceram, pois retorquiu que teria de facto muitas qualidades essa pessoa, mas que, então, tinha também muito azar. E que o Serviço Público não podia servir-se de pessoas tão azaradas.
O Azar, a alea, esses eufenismos lusos da incompetência.

domingo, 6 de julho de 2008

I´m in The Mood

Já me mudei, para entrar nesta boa disposição...

Música no Coração

A Saída de Nguyen Dihn DangNão havia necessidade desta descoberta, a saber o efeito físico positivo que a Música pode ter em recuperações de doenças, já que era mais do que suficiente aquele que possa exercer na regeneração espiritual nesses e noutros transes. Mas há duas alterações de comportamentos que convém salientar. O primeiro é de, nas classes mais desafogadas, ter crescido exponencialmente, até pelos progressos tecnológicos de reprodução e miniturização, ao menos entre as Mulheres, o tempo ocupado na audição, enquanto diminuiu drasticamente aquele que era empregue na produção. Antigamente, qualquer Menina da Classe Média para cima aprendia canto ou um instrumento, sendo quase condição sine qua non para passar por partido apresentável. Hoje, com o acesso a carreiras profissionais à imagem do que acontecia com os homens, o tempo para aprendizagem e execução evaporou-se, sendo comparativamente muito menos As que o conseguem, vingando-Se na fruição que os leitores em consolas de automóveis e os auscultadores de pequeníssimos memorizadores permitem.
Nunca a saúde psíquica e o seu paradigma mais evidente - o sono - estiveram tão ameaçados, mormente entre o Belo Sexo. Mas porquê, perguntar-me-ão se há tanta música a entrar pelos ouvidos dentro?
É que a indistinção da aplicação melómana puramente passiva, generalizando-se, pode criar habituação e perder poder curativo.
Neste sentido, creio que há a distinguir uma das situações relatadas no artigo linkado: a recuperação do marido que ouvia, na doença, a Cara-Metade dedicando-lhe a sua arte baseia-se em mais do que a simples audição musical, mero pretexto para a expressão de sentimentos íntimos que muito podem ajudar a reabilitação.
Foi uma autora de romances cor-de-rosa, June Masters Bacher, que melhor sintetizou a aproximação entre a Arte e o Sentir - o Amor é como a música, pode parar aqui e ali, mas as cordas ficam para sempre. De acordo, mas é preciso tocar ou deixar-se tocar, não se limitando a ouvir de forma que o(s) reduza à rotina.

Cruz Sobre o Cruzado


Morreu anteontem Jesse Helms, o brilhante ex-jornalista que saltou para o Senado Federal dos EUA e para a refundação Conservadora, nos trinta anos que lá esteve. Os Media romanceadores disseram ter sido ele o inventor de Reagan, ao dar-lhe decisivo apoio na promária contra Ford, na sua Carolina do Norte. Não é verdade. O Governador da Califórnia tinha currículo e base suficientes para não precisar de ser inventado e a derrota contra um Presidente em exercício nunca deslustrou, servindo como trampolim para próxima aventura. Além de que Helms, apoiando-o, considerava-o insuficientemente doutrinado.
O grande legado do Legislador ficou na tenaz oposição ao enturmanço na cedência ao intervencionismo e à contemporização com a retórica igualitarista. Opôs-se a acções militares na ex-Jugoslávia, o que coincide com a minha preocupação de resolver problemas no Velho Continente sempre sem a ajuda do Amigo Americano. E não criticou, como é hábito, as quotas pelo que também são - um insulto aos beneficiários delas, mas, abertamente, pela injustiça de retirarem a pessoas mais qualificadas postos de trabalho de que necessitem, por não pertencerem a minorias dadas como desfavorecidas.
Ancorado na fidelidade aos agricultores do seu Estado e na influência que exerceu no Comitê senatorial que lhes respeita, faleceu a 4 de Julho, dia da Fundação e da morte de Washington, permitindo-lhe chegar-se ao simbolismo patriótico numa coincidência que os compatriotas têm por significativa. Senator No se orgulhava de ser, sempre assimilado pelos adversários ao vilão de Bond e ao exasperante Gromiko que ostentaram similares designações. O País que deixou é bem diferente do que encontrou quando eleito, com a desmoralização vietnamita, a quase guerra civil racial e a acabrunhante demissão escandalosa de Nixon.
RIP

Poder do Passado

Nunca ao Domingo? Pronto, para não ser apedrejado pela Clientela Feminina do blogue ponho um actor cuja única desculpa para o estrelato seria o físico, pois que representava muito mal, coitadito: Tyron Power, aqui com Betty Grable uma artista cuja beleza sempre me irritou, apesar de ser a preferida dos soldados americanos na II Guerra Mundial, ao contrário dos oficiais, que elegiam Rita Hayworth, o que, só por si, justifica a cadeia de comando.
E para legitimar a colocação deste postal, queria referir a inovação que este astro trouxe à nossa língua. Durante os Anos Cinquenta e Sessenta era corriqueira a expressão é um tirone seco no sentido de dandy, um homem bastante aperaltado com morfologia que não destoasse. É esta a razão da etiqueta, ou já estavam a extrapolar, a partir da ameaça do gesto captado na foto?

sábado, 5 de julho de 2008

Contornos do Incontornável

De cada vez que passa mais um ano sobre a entrada nesta passagem de Jean Cocteau ponho-me a pensar nos juros muito moderados que rendeu o enorme capital do seu talento. A Poesia não é muito boa, ao contrário dos filmes, que são excelentes. Mas mesmo essa qualidade é diminuída pela constante vontade de completar-se e auto-explicar-se, quando não directamente interruptiva do curso esperado das obras, ao menos por uma direcção de actores teatralizante ao ponto de neutralizar o envolvimento íntimo do espectador, mesmo em argumentos que tinham potencial contrário, como «A Bela e o Monstro» de que já Vos falei.
Há uma frase que ele soltou incidentalmente, a qual penso dar bem conta da limitação que sempre se pôs este Homem dos Sete Ofícios que, ao contrário de Leonardo, ficou a meio caminho em todos. Disse que pretendia sempre reafirmar o direito à inocência do incesto íntimo que constituem a obra e o homem misturados. Com efeito, enquanto a generalidade dos grandes Artistas gera uma obra como uma filha, para que outros a possuam, o notável Jean nunca conviveu bem com o dia em que a sua resolvesse sair de casa. E dessa sofreguidão brota o incomodativo sentimento de que alguma orientação a mais impede o receptor de se fundir com o que lhe é proposto, num momento paroxístico.
Curiosamente, este também grande achador de ditos espirituosos está nos antípodas de Wilde, pela razão inversa, a de não ter feito da biografia a coerência constante que transformou o outro num personagem seu. Tendo todos os amigos certos, ficou-se sempre pelo modesto papel de dotadíssimo entertainer.
Penso que só uma das suas obras escapará ao fado da inacessibilidade da permanência impoluta do trágico, precisamente aquela que, por apenas assentar numa figura, feminina, para mais, lhe não permitia adicionar-se nem subtrair naturalidade a diálogos: «A Voz Humana». Da aptidão a ser encenada e representada segundo uma multiplicidade de concepções nasceu o cantinho clássico que lhe estava reservado.
Melhor autobiografia do que as muitas páginas que escreveu e as entrevistas concedidas, foi o punho do espadim académico que desenhou, aproveitando mais um pretexto de criatividade fornecido aos portadores da casaca das ramagens verdes:

Dom das Línguas

1- Andei todo o dia cabisbaixo, pensando em que teria errado, nesta conversa de mouros. Até que se fez luz, ao ler uma informação de Heinz Kröl, que nos diz que o termo alarves, usado em gíria para significar tolos, queria originariamente dizer Árabes. Ora bem, mouros também possui esse significado. Faz-se luz, portanto - as nossas Amigas andam à cata de homens que não pensam. Venham depois falar-me de Mulher-objecto! Objecto!
Adão e Eva no Paraíso de Lorenzo Ghiberti

2- A propósito daquilo em que concordámos no post anterior, pelo menos eu e a Júlia, no facto de na língua francesa até a parolice agradar, lembrei-me da deliciosa teoria de André Kempe, em tratado especializado de 1569, que determinou ter Deus, nos Jardins do Eden, falado aos nossos primeiros Pais em sueco; mais dizia, Adão respondera-Lhe em dinamarquês e a cobra convencera Eva em... francês. Muitos comentadores gozam que nem perdidos maiores que o réprobo, acrescentando não terem dificuldades em acreditar na terceira teoria, o que diz bem da capacidade de impingir, literalmente, banha da cobra atribuída à maviosa língua gálica. Já manda o Povo desconfiar de quem vem com falinhas mansas...
3- À Ana Vidal, Que defendeu outra tese inverosímil, a de que as mouras se podem encontrar em dia de S. João, direi que basta ir ao sítio certo, como este local do Brasil...

Posted by Picasa

Parabéns a Você!

...Para o Menino Bikini uma salva de palmas. Mais um ano sobre a invenção mais benéfica para a Humanidade desde a penicilina.
Por que será que a língua francesa é tão sedutora que torna qualquer pimbalhada coisa mais doce? Richard Anthony - «Itsi Bitsi, Petit Bikini»

Mourinhos à Discrição

Como não é o tal dia, posso fazer o jeito às Ami-gas e deixar um enjoo de pouco refutáveis mourinhos. Have fun!
Crianças Árabes Jogando Cartas de Frederick Bridgman

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Ela está de Volta!

A Única, a Incomparável Meg está de volta, deixando todos de tal forma felizes que até a MM faz um brinde ao acontecimento, lá de onde está.
Vamos enfim ouvir cantar as virtu-des e poderes do corset sem ser em uma fraca grafonola por boca de cantora que imagino pouco dada à escrita. Temos agora o estilo incomparável desta Sobre-Rosa do «Subrosa» para nos elevarmos.
Ainda bem que eram muito exageradas as notícias de que nos havia abandonado para Se candidatar a Governadora do Estado. Este casarão de Belém onde se decidem os destinos da Terra da nossa Amiga não A merece.
Rejoice!
Posted by Picasa

Más Como as Cobras?

O Beijo da Serpente, de Ruslan KhvesAndam umas Amigas aqui e ali a ameaçar de Re-conquistas com moiros atravessados. Há Pessoas que nunca aprendem, deixam que o sucesso de um qualquer Mourinho de hoje faça pensar a classe do nome como Specials para além do One, mesmo fora dos terrenos da bola. Até esquecem que da última vez que o sport amoroso meteu moirama ao barulho, o Otelo, o de Veneza, transformou a pobre Desdémona em Otária.
Mas não nos alonguemos: o meu ponto é que não há tradição nacional de masculinidade mourisca no Amor em Portugal, talvez por ele ser diferente, como assegurava o Cardeal do Dantas. E como a Mulher é que é a perseguida histórica, não há qualquer razão para inventar discriminações positivas, quotas e paridades que façam contraponto a uma crença muito nossa, essa sim - a das mouras encantadas que passam todo o ano sob a forma de cobras, só podendo ser vistas em noites de São João nas belíssimas formas humanas femininas. O facto encontra-se estabelecido e há estudo erudito de Fernando de Castro Pires de Lima com múltiplas remissões para as grandes abordagens do tema.
Nessa conformidade, deixarei aqui apenas um passo do sábio citado, sobre a forma de quebrar (AQUELE) encanto das serpes, fazendo-as regressar à excelência da Fémea da nossa espécie:
Disse-lhe que se transformaria numa terrível serpente e que subiria por ele acima abraçando-o e beijndo-o. O jovem enamorado, com aquela força que só uma grande paixão pode explicar, jurou que seria capaz de lhe quebrar o encanto. Poucos segundos tinham passado, surgiu a serpente, horrível e terrífica, de olhos injectados e soltando rugidos que mais pareciam trovões a estremecer o céu. O rapaz, impassível, deixou o monstro abraçá-lo, e quando a serpente lhe beijou os lábios, transformou-se na linda moira que quebrara o seu encanto devido ao amor sincero e firme de um homem novo, que nunca vira uma mulher assim.
Historieta muito mais moral do que a inverosímil dos sapos transformados em Príncipes, já que esta condição a coroar implica em si mesma a raridade. Enquanto que o relato que aqui Vos dei mostra como a firmeza de um homem é o melhor meio para vencer as fachadas do Outro Lado.

Arejar as Ideias

Com tanto planeamento de como planar, V. Ex.ª deixou de mandar o blogue para o ar. Buuuu! Balonista de bancada! Mas talvez tenha sido o receio justificado por acidentes como o deste parapente, mistura de gene do paraquedas com gene do grande auxiliar da domação da trunfa, transformando-a em trunfo.
Entretanto, para aplacar temores e como hoje se celebra o aniversário do célebre balonista Blanchard, sugiro a retoma do engenho que o fez subir em Bruxelas, por 1786 - um pára-quedas ligado por uma estaca ao balão principal e sustentado por um mais pequeno, o ideal para Quem não quer ir de guarda-chuva a estas aventuras...

Ensexta Lá!

Acordei muito aflito, sem saber bem como prosseguir a tradição das Sextas. Mas como Clara Morgane me pediu de joelhos que fosse por intermédio dela, está resolvida a questão...