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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Audiência de Conciliação

Vê, Querida Amiga, como se pode pedalar com elevação? O cicloturismo não é incompatível com as alturas, como poderá comprovar quem aumente a imagem, clicando-a. Claro que estas ascensões desvalorizariam muito qualquer camisola pintalgada de Prémio de Montanha...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ao Estômago da Confraria

A Marília Jackelyne diz que hoje é Dia da Pizza, o que não me choca, porque, embora nos EUA, o coloquem em Novembro, para mim todos são bons para devorá-la. Detesto hamburgers, fritos vários e demais fast food, mas Pizza é diferente, tem milénios de tradição e... sabe muito bem. Embora deva dizer que a popularidade que teve na Bacia Mediterrânica, antes dos Árabes, desde a Roma Antiga, ou até mais remotamente, pela Pérsia de onde foi importada, se refira apenas a uma avó da delícia que conhecemos. Esta só surgiu verdadeiramente com a incorporação no nosso conhecimento do Continente Americano e do tomate de lá originário. É coisa que me escapa completamente e cuja perspectiva me deixa apreensivo, uma pizza sem tomates!
Para me meter com a Nossa Amiga, lanço-Lhe a sátira de Padre J. J. Correia de Almeida, de Minas Gerais:

A GULA

Que injustiça! Um lambisqueiro,
no excesso de golodice,
relambendo os beiços dice:
comi hoje como um bruto!
Nunca o porco no chiqueiro
á gula pagou tributo,
e ao lobo com ser faminto,
se eu chamar guloso minto,
Melhor é que o glutão brade:
comi hoje como um frade!!

Não se fala em freiras, pois não? Tem pois luz verde para atacar a iguaria!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Está Explicado!

Fui visitar a Cristina, mas não estava em casa, tinha ido experimentar o bólide duma Amiga...

sábado, 5 de julho de 2008

Mourinhos à Discrição

Como não é o tal dia, posso fazer o jeito às Ami-gas e deixar um enjoo de pouco refutáveis mourinhos. Have fun!
Crianças Árabes Jogando Cartas de Frederick Bridgman

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Ela está de Volta!

A Única, a Incomparável Meg está de volta, deixando todos de tal forma felizes que até a MM faz um brinde ao acontecimento, lá de onde está.
Vamos enfim ouvir cantar as virtu-des e poderes do corset sem ser em uma fraca grafonola por boca de cantora que imagino pouco dada à escrita. Temos agora o estilo incomparável desta Sobre-Rosa do «Subrosa» para nos elevarmos.
Ainda bem que eram muito exageradas as notícias de que nos havia abandonado para Se candidatar a Governadora do Estado. Este casarão de Belém onde se decidem os destinos da Terra da nossa Amiga não A merece.
Rejoice!
Posted by Picasa

sábado, 28 de junho de 2008

A Cajadada

Bolas de Ícaro de Christophe Demarez

Dois coelhos de uma só: mostro que a via aqui dada pela nossa Amiga das nuvens é uma queda em contemplações que não se acha na alegria sem risco de dois apetrechos perigosos, desde que reduzidos pela imaginação humana a proporções incompatíveis com o acidente que gere quedas livres. E nunca pensei arranjar uma maneira aceitável de mandar a Ana Vidal fazer bolas de sabão!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Homenagem a Uma Progressista

O Tempo de Magritte
A uma Viajante no Tempo que Se apeou.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Marco!

Este Guarda Pretoriano aqui da residência virtual foi nomeado voluntário para oferecer à Júlia uma flor, pela passagem do "nosso" aniversário.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Olhó Balão...

...em noite de São João! Talvez por já estarmos próximos, a Ana Vidal anuncia esta intenção. Pois eu contraponho o publicitário desenho de Timberps, por o achar elucidativo das minhas reacções a Respeito: para ir atrás Dela, poria facilmente de parte o enraizamento que não me deixa sair do lugar em que estou. Mas, a bem dizer, é o que a Companhia da Balonista já vai fazendo - o milagre de elevar-me.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Já É Agora Mesmo

Felizmente, uma outra ameaça, a da retirada da Cristina Ribeiro, Madrinha desta casa, não se confirma, reconvertendo-se o "adeus" no "até já". Como profeticamente mostra este quadro de Magritte, com o título felicissimamente descritivo de Reconhecimento Infinito, a visita Àquelas Nuvens é passeio que o autor deste blogue e o seu duplo não dispensam.
Haja tino!

Adeus, Princesas!

Quando Era Jovem de Pino DangelicoNum dia que deveria ser alegre, o dos anos da minha Mãe, dou com uma infusão de tristeza imensa, em que ainda não ouso acreditar: a Once In a While, Senhora de uma Escrita admirável e de um Espaço tornado frequência (como frequentação) imprescindível, resolveu fechá-lo.
Não quero acreditar em não ter mais notícia da(s) Princesa(s)!
Tempos ruins, para blogar.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Fim do Jejum

Em dia do almoço mais do que aguardado a minha incessante busca da intemporalidade deparou com o achado perfeito:
antes- Estou pronto!

Depois- Estou pronto!
Nem escapou o pormenor de um resto da mousse vidalística na face esquerda...


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Manter Uma Reputação

Foto reprobábelTer Amigos é Ter um Tesouro. O José Carlos é um deles e compôs aqui uma imagem do réprobo que me leva a, tentando não desfazer inteiramente esse ideal cego pela estima, oferecer a Todas as Minhas Leitoras, directamente do meu jardim, estas florzinhas. Uma há Que sei Amiga da espécie vegetal ora ofertada. Bem hajam!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Nihilismo à Vol D´Oiseau

Almas Gémeas de James Everett StanleyQuerida Charlotte, é honra, quase tão grande como a alegria, haver a minha alma sido geminada com a Sua, em resultado do inqueritozito. Tenho como certeza absoluta que se trata de uma semelhança do jaez da documentada na imagem de cima, a do esforço artificioso (meu) de quem tem em mente o Exemplo (Seu) de um bater de asas grácil, facílimo e natural.
Quanto à inquietante presença do nihilismo - ou niilismo, se preferirem -, já me coloquei em campo para encontrar ginásio onde queimar essa superfluidade gordurosa. Se bem que, interrogando-me acerca da natureza do "nosso", tenha obtido a resposta seu palerma, nihilismos há muitos. O que me levou a acreditar que se trate daquele grãozinho de sal que nos impeça de cair numa totalidade apolínea que afaste ou canse as Pessoas que nos rodeiam...
Mas a panaceia contra a "negatividade da Negação" encontrei-a no Chesterton que, Deus seja louvado, anda a ler. No conto do Padre Brown «A Forma Errada» um guru oriental responde ao inofensivo sacerdote, por três vezes, que nada queria, inquirido sobre o que pretendia. E o detective improvisado daí retira:
Quando disse pela primeira vez «Não desejo nada», isso só significava que ele era impenetrável e que a Aria não se rende. Depois voltou a dizer «Não desejo nada», e eu percebi que ele queria dizer que era auto-suficiente, como um cosmo, que não precisava de nenhum deus, nem admitia quaisquer pecados. E quando ele pela terceira vez disse «Não desejo nada», disse-o com um olhar inflamado. E eu sabia que o que ele queria dizer era literalmente o que disse, que nada era o seu desejo e a sua casa; que não sentia a falta de nada, nem de vinho, senão do aniquilamento, a destruição de tudo ou de qualquer coisa...».
E já antes tinha concluído:
O cristão é mais modesto, quer alguma coisa.
Homem Pensando no Background do Nihilismo de Heather Elizabeth Pielke

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Prevenção Rodoviária

- Onde é, onde é o restaurante?Só a generosidade da Fugidia, para fazer voltar à Estrada este louco do volante! E não Se preocupe, Querida Amiga, algum dos acessórios da carripana deverá servir para o barbear...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Adivinha de Algibeira

Para Todo o serviço...Quem é o Famoso Bloguista Português de quem os Franceses fizeram uma biografia, por mim ontem achada em alfarrabista?

Desconversa Fi(rm)ada

Tendo em conta o que o Amigo Mike deixou da Sua autobiografia, aqui, quero postar esta homenagem, com a publicação de uma das locomotivas Garratt que Ele terá observado em Criança, já que eram a menina dos olhos do Caminho de Ferro de Benguela.
Desejaria ainda dizer o quanto o Lobito foi importante na minha própria experiência, porquanto, com escassos meses, num eclipse isolado da responsabilidade, fui pelos meus Pais metido numa avioneta que chocalhava por todos os lados, saída de Luanda para a bela cidade em que nasceu o Nosso Amigo. Como a altitude entupira os ouvidos do fedelho, fazendo-o berrar, o Piloto disse para me levarem para a cabina, para ver se as luzes me distraíam. Assim começou e findou a minha vocação aérea de pilotagem...

Entretanto, uma reflexão sobre os modos como os povos "ouvem" as máquinas. Sempre me insurgi contra impingirem aos miúdos a fantasista poucaterrapoucaterra, como ruído característico. Mas já não me revolto contra o tchoungatchounga... Isto para dizer que ainda ontem, em pleno parque estorilista, uma Ucraniana, daquelas que nos fazem duvidar da noticiada escassez de cereal, mostrava o trem ao filhote, imitando o barulho com um siuskasiuska.
Eu sei que os Ingleses, por exemplo, ensinam aos filhos a voz do cão como bufbuf, onde nós pomos AuAuAu. Mas mesmo assim... siuskasiuska para comboiadas...!?

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Fuga de (um) Salão

Ó prá felicidade que espera a Fugidia!

terça-feira, 22 de abril de 2008

A Loucura do Elogio

Putti Nas Nuvens de Cristoforo Roncalli, Il PommarancioPretendendo moderar a embriaguês da vaidade que leva a apetência dos elogios, Erasmo de Roterdão escreveu sobre eles:
Quem pode felicitar-se pelos elogios que recebe, se Homero cantou as rãs; Virgílio, o mosquito; Glauco, a injustiça, Favorino, as sezões; Séneca, o Imperador Cláudio; e Luciano, o burro?
Poderíamos acrescentar: e Luciano de Samosata, a mosca, que, viva ou morta, parece agravar as coisas. Mas o que repugnou ao Grande Humanista, a fraqueza que pode levar a acreditar corresponderem os panegíricos a verdades, uma vez notada, poderá originar outra imperfeição - a rudeza que sacode as boas vontades testemunhadas.
A função que qualquer elogio deve desempenhar não refere a quem dele é objecto, mas a quem o emite. Se formos criteriosos e prudentes, saberemos analisá-los e identificar os merecedores de estima, aqueles que provêm de Quem nos queira transmitir afecto, enquanto que outros são meros assédios da lisonja.
Plenamente compenetrado de que o que me dirigiu a Cristina Ribeiro em comentário ao post anterior se situa no primeiro destes casos, o que me é gratíssimo, ofereço-Lhe - e a Todos Vós - estes Putti. Porque Ela já aqui confessou gostar dos anjinhos. Por Se ter dado (ocasionalmente) como Nefelibata. E pela suprema razão de as generosas palavras que deixou me terem levado às nuvens.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Ventos e Marés

A Noiva do Vento de Kokoschka

A Ana Vidal juntou-Se à maré de migração para o Sapo, mas permanece fiel ao Seu Vento. Há ventos com sorte!
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