sábado, 12 de julho de 2008

Os Rastos da República

Há meses anunciada, põe-se finalmente em marcha a iniciativa de complementar os laivos de historicidade de que as comemorações da Implantação da República, daqui a dois anos, possam vir a revestir-se. Como o comemorativismo de vitórias de parte da Comunidade sobre outra não costuma ser bom conselheiro para desenterrar dos arquivos toda a Verdade, tentaremos lembrar factos e lutas esquecidos, que a conveniência, a candura e o psitacismo coligados possam fazer por não recordar. É a intenção deste site, servido igualmente por um blogue, para manter vivo o debate.
Com a publicação de fotografia de Machado Santos, símbolo incontestado do início do regime, das ilusões e frustrações que o fizeram e dele resultaram, como das lutas entre os que nele acreditaram e contra os que nunca se convenceram, mais ainda, da autofagia compulsiva desse momento genealógico em que se querem filiar Poderes de hoje, agradeço a toda a Equipa ter-se do meu nome lembrado para, não direi ajudar à festa, mas sim engrossar com umas gotas o caudal da Realidade omitida.

4 comentários:

Cristina Ribeiro disse...

Bom trabalho! (também aqui é precisa alma grande para navegar à bolina).
Beijo

compulsão diária disse...

Vai lá, Rép e mostra que a história não pode ser contada apenas pelos vencedores.
beijinhos

O Réprobo disse...

Vamos ver, Cristina. Os outros Membros do grupo responsável são nomes que dão certeza de qualidade.
Beijo

O Réprobo disse...

Querida Bea,
no que me toca, trazer a lume aspectos escamoteados da História será transformá-los em vencedores de Pirro.
Beijinho