segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ai o Caroço!

A Existência da Alma de D. PesicMas nem só nas separações do Tempo o Livre Arbítrio fica comprometido. Viajando para outros espaços, vemos que entre os clãs do Paquistão ocorre a surpreendente atribuição de uma vontade consciente dos seus actos a um cão, ainda por cima doente, ao ponto de por uma acção dele se começar uma guerra. E às Virgens - ou a quinze, sejamos rigorosos - é retirada uma boa medida da capacidade de exercício do seu querer fundado. Pode bem concluir-se que, por aquelas bandas, o que se vê vale. Uma dentada exprime uma afirmação que não se reconhece a seres que não se manifestaram com tanto... arreganho. Todos sabemos que a mente é uma invenção dos psiquiatras e que a Árvore do Conhecimento não passa de uma deformação decadente, cujas pevides não engasgam gentes plenas de vitalismo, esse grande propulsor da morte infligida...

7 comentários:

Cristina Ribeiro disse...

O quanto os valores podem confundir-se dentro dessa mente!...
Beijo, Pauko

fugidia disse...

Bom dia!
Por falar em «o que se vê vale», está preparadinho para o grande dia amanhã?
E já me comprou a caixinha de chocolates ;-)
(amiga interesseira, esta fugidia)
(risos)

José Carlos disse...

Minha Cara
Só uma caixa de chocolates? Então e a Flôr?
Ou acha que o nosso Caro Réprobo é Homem para deixar de lado estes "detalhes"?
BOM APETITE!
José Carlos

O Réprobo disse...

Ai se podem, Crstina!
Beijo

O Réprobo disse...

Querida Fugi,
confie no Seu Amigo, vá!
Beijinho

O Réprobo disse...

Meu Caro José Carlos,
ai que o Amigo me põe em trabalhos! Vou ter de resolver o aqperto já de seguida, espero que sem grande falta de habilidade.
Abraço

fugidia disse...

(risos)

Gracias, caro José Carlos ;-)