domingo, 2 de março de 2008

Quando Quantidade é Qualidade

A justaposição anatómica de dois músculos orbiculares labiais num estado de contracção (Definição de Beijo pelo Dr Henry Gibbons)
Os fisilogistas são uma Espécie condenada, no campo da semântica. E era tão fácil, com o conhecimento que detinham, triunfar nesse domínio... bastava ter redigido A justa posição...

Bergman e Grant, no que foi tido como o beijo mais longo de sempre, em «Notorious» de Hithcock, apesar de entrecortado, por obediência à proibição mentecapta então vigorante de não poder ser filmado durante mais de três segundos ininterruptos. Resultado, um apelo muitíssimo maior!

6 comentários:

Anónimo disse...

Sim Senhor. Confesso que ao ver o seu beijo, pensei logo neste como melhor. Note que este beijo continua, na conversa ao telefone e até à porta.

ana v. disse...

Ora nem mais, amigo Réprobo: a justa posição para o dr. Henry Gibbons devia ser de cara para a parede, de castigo. Um beijo assim definido mais parece um um ataque de herpes labial!

O Réprobo disse...

Querida Rosarinho,
foi um clássico prestigiado durante décadas, até que, em 1974, salvo erro, deram em filmar um mais longo, apenas para a categoria do Guiness...
A redução quantitativa, essa decadência das decadências.
Beijinho

O Réprobo disse...

Não é, Querida Ana?
Ou como aqueles malucos que, em Israel, filmaram um beijo de 30 horas e 45 minutos, apenas para virem nas televisões. Acredita que a meio ainda sentissem alguma coisa?
Beijinho

ana v. disse...

A meio? Se o espírito era aparecer nas televisões, duvido de que sentissem alguma coisa que valesse a pena, desde o princípio...

O Réprobo disse...

Ehehehehehe, muito à maneira da aspirante a aparecer na TV encarnada por Nicole Kidman em «Disposta a Tudo», lembra-Se?
Beijinho